O quebra-cabeça diário Connections do New York Times desafia os jogadores a agrupar dezesseis palavras em quatro categorias de quatro. O quebra-cabeça de hoje (#873), lançado no dia 31 de outubro, é visual, usando imagens em vez de texto. O tema gira em torno de conceitos adjacentes às fantasias de Halloween. Aqui está um detalhamento da solução, com dicas para quem prefere resolver de forma independente.
Análise do quebra-cabeça de hoje
O quebra-cabeça foi projetado tendo em mente a dificuldade. O Times agora oferece um bot para analisar o desempenho do jogador, rastreando taxas de conclusão, sequências e pontuações perfeitas para usuários registrados. Para quem quer uma dica antes de mergulhar:
- Grupo Amarelo: “E deu certo.” Isso se refere à história de Cachinhos Dourados.
- Grupo Verde: “Dançando no baile.” A resposta aqui é Cinderela.
- Grupo Azul: “Eu sou o que eu sou.” A conexão? Popeye.
- Grupo Roxo: “Wokka-wokka!” Este alude à Sra. Pac-Man.
A solução completa
Aqui estão os quatro grupos e suas palavras correspondentes:
- Cachinhos Dourados: urso, cama, cadeira, mingau
- Cinderela: rato, abóbora, chinelo, varinha
- Popeye: âncora, boné, cachimbo, espinafre
- Sra. Pac-Man: arco, cerejas, fantasma, bolinhas
Dificuldades Passadas
O quebra-cabeça Conexões passou por iterações particularmente desafiadoras no passado. Alguns exemplos notáveis incluem quebra-cabeças que exigiam pensamento abstrato:
- Quebra-cabeça nº 5: “Coisas que você pode definir” agrupadas, como humor, recorde, mesa e vôlei.
- Quebra-cabeça nº 4: Usado “um em uma dúzia”, incluindo ovo, jurado, mês e rosa.
- Quebra-cabeça nº 3: Focado nas “ruas na tela” (Elm, Fear, Jump, Sesame).
- Quebra-cabeça #2: Jogadores desafiados com “poder ___” (cochilo, planta, Ranger, viagem).
- Quebra-cabeça nº 1: Jogadores testados com “coisas que podem correr” (candidato, torneira, rímel, nariz).
Estes exemplos demonstram como o puzzle exige consistentemente pensamento lateral e familiaridade com uma série de referências culturais.
Resolver Conexões muitas vezes depende do reconhecimento de conexões obscuras ou marcos culturais, tornando-se um quebra-cabeça diário desafiador e único.
