Os bancos do Golfo enfrentam o dilema do controle da IA

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Eles querem IA.
Deus, eles querem IA.
Mas aqui está o problema. Para onde vão os dados do cliente?

É uma questão que assombra os bancos em todo o Golfo neste momento. Todo mundo está explorando ferramentas que agilizam tarefas. Que analisam documentos. Isso promete aumentar a produtividade sem transformar suas informações confidenciais em vazamento.

A eficiência não é mais o verdadeiro problema. É confiança.

Para Najla Ibrahim Al-Mutawa da QNB, não se trata apenas de tornar as coisas mais rápidas. Trata-se de atender às expectativas regulatórias e ao mesmo tempo proteger os dados.

A tecnologia existe. O desafio? Controlando isso.

Quem pode ver o quê?

Sami Mian, CEO da Blade Labs, vê isso claramente. Os bancos estão confortáveis ​​com a própria IA. Até a nuvem é frequentemente aprovada. Mas e os olhos que a IA pode abrir?

“O banco ainda precisa controlar o que a IA pode ver”, diz ele.

Blade Labs construiu ZeroH Disclosure para essa tensão exata. A plataforma limita automaticamente as informações compartilhadas. Ele mantém um registro do motivo pelo qual certos dados foram divulgados. E quando?

Este não é apenas um ajuste técnico. É uma mudança de mentalidade.

Alina Timofeeva, da Tamayouz Business Solutions, diz isso sem rodeios. O setor bancário não é apenas finanças.

“No setor bancário, a confiança é o produto”, argumenta ela. A velha questão de onde os dados são armazenados morreu. Agora perguntamos quem pode tocá-lo. Quem é responsável quando as coisas dão errado?

Regulamentos vs. Realidade

Os reguladores do Golfo estão a promover a transformação digital. Mas também estão apertando os parafusos na segurança cibernética e na proteção de dados.

Portanto, os bancos estão ficando seletivos.

Najla Ibrahim Al-Mutawat explica a hierarquia. Experimentos de baixo risco? Claro, experimente. Mas misturar dados do cliente? Modelos proprietários? Controles de crimes financeiros? Então as salvaguardas devem ser pesadas. Muito mais forte.

A redação manual pela equipe está sujeita a erros. Lento. Não confiável.

Blade Labs sugere a construção de controles diretamente no fluxo de trabalho. Autorize apenas o necessário. Crie uma trilha de auditoria. Pare de adivinhar se alguma informação vazou.

Finanças islâmicas entram no chat

Isto se aplica a todos os lugares. Até mesmo as finanças islâmicas, que geralmente envolvem múltiplas partes interessadas.

Pense nisso. Estudiosos da sharia, auditores, responsáveis ​​pela conformidade. Equipes jurídicas. Um documento tem que passar por muitas mãos.

Ask Ali, o novo assistente do Blade Labs para este setor, tenta ajudar. Ele lida com pesquisas. Comentários sobre documentos. Navega em questões complexas. Mas – e esta é a chave – mantém a supervisão humana. Não há decisões autônomas.

A confiança é o porteiro.

Quem se moverá mais rápido?

Instituições que comprovam que podem controlar os seus dados. Aqueles que não podem?

“Eles permanecerão presos a pilotos e aprovações internas.”

É um jogo de espera. Até que a confiança aumente, a adoção estagna.