Como construir um perfil de mídia social e evitar hackers

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Costumávamos pensar em “redes sociais” como algo que acontecia perto de um bebedouro ou num churrasco do bairro. Agora, eles são a infraestrutura digital da vida moderna. Especialmente para a Geração Net, essas plataformas não são apenas ferramentas. Eles são onde a vida acontece.

Sites como Facebook, LinkedIn e MySpace dominam a web. Eles estão confortavelmente entre os 20 sites mais visitados do mundo. Isso não é uma tendência. É uma mudança na forma como os humanos se conectam.

A anatomia de um perfil

Existem mais de 300 sites de redes sociais por aí. Mas todos eles compartilham um esqueleto básico.

Você começa construindo um perfil pessoal. Esta é a sua vitrine digital. Inclui uma foto. Ele lista seu nome, idade, sexo e localização. Então ele se abre para coisas estranhas. Suas bandas favoritas. Os livros que você está lendo. Os programas de TV que você não consegue parar de assistir. Os sites que definem o seu gosto.

A maioria desses sites permite despejar mídia nesta página. Fotos. Faixas musicais. Vídeos. Blogs pessoais. Você pode organizar um histórico completo de seus interesses em um só lugar.

Mas o verdadeiro objetivo do exercício é a conexão. O recurso mais importante não é sua foto. É a sua capacidade de encontrar e adicionar amigos. Essas conexões se tornam links em sua página. Os visitantes podem clicar em sua web. Eles podem ver quem você conhece. Eles podem ver seu alcance.

Como diferentes redes controlam o acesso

Nem todas as redes sociais seguem as mesmas regras. O método de pesquisa e contato com pessoas varia muito.

MySpace é o modelo mais aberto. Ele permite que você pesquise qualquer pessoa na plataforma. Você pode entrar em contato com conhecidos distantes ou estranhos. Mas há um problema. Você não verá o perfil completo deles, a menos que aceitem seu pedido de amizade. É um mecanismo de controle. Você precisa ser convidado para o círculo para ver os detalhes.

O Facebook opera de maneira diferente. Tudo começou como um aplicativo exclusivo para faculdade. Continua orientado para o grupo. Você só pode pesquisar pessoas dentro de “redes” estabelecidas. Esta é a sua empresa, sua alma mater ou sua escola. Você também pode ingressar em milhares de grupos menores criados por usuários. Algumas são organizações reais. Outras são comunidades de nicho que existem apenas porque alguém decidiu criá-las.

O LinkedIn atende a profissionais de negócios. Ele permite que você pesquise cada membro. No entanto, o acesso está estritamente vinculado às suas conexões. Você só pode ver perfis completos e informações de contato de pessoas que aceitaram seu convite. Ou para pessoas que convidaram você.

Você pode, no entanto, ser apresentado a pessoas a dois ou três graus de distância de você. O LinkedIn aproveita seus contatos existentes para preencher essa lacuna. Se precisar ignorar isso, você pode pagar pelo InMail. É um serviço premium que permite entrar em contato diretamente com qualquer usuário, ignorando a necessidade de conexão mútua.

O que vem a seguir

Configurar seu perfil é apenas o começo. Você precisa saber como estruturá-lo para que funcione para você. Você também precisa saber como protegê-lo. Ser hackeado é um risco real.

Iremos nos aprofundar nos detalhes a seguir. Veremos como construir perfis para diferentes nichos. Algumas redes são construídas para profissionais de TI. Outros são projetados para tênis. A estratégia muda com base em quem você está tentando alcançar.

Confira a próxima página para saber como configurar seu perfil de rede social corretamente.